Aurina
Fachada da casa Aurina em Petrópolis

A história da casa

Uma casa com calendário e mesa — nada mais, nada menos

A Aurina surgiu da ideia de que existe um tipo de hóspede que não quer assistência nem supervisão — só quer um bom quarto, comida de verdade e companhia quando escolher tê-la.

Página inicial

Quem somos

Como a Aurina começou

A casa na Rua Buenos Aires existe desde que a família Carvalho decidiu, em meados dos anos noventa, abrir os quartos vazios do segundo andar para hóspedes que ficavam semanas ou meses em Petrópolis. Não havia placa. O movimento começou por indicação e foi crescendo com critério: um quarto aqui, outro ali, sempre com a mesa posta e a governanta de plantão de segunda a sexta.

Com o tempo, o nome Aurina foi adotado para dar à casa uma identidade clara. O almanaque da sala de jantar — o calendário impresso com as atividades do mês — virou símbolo da proposta: uma casa que organiza o tempo coletivo sem impor rotina individual. Cada hóspede escolhe o que fazer com o próprio dia.

O que não mudou desde o começo é o escopo. A Aurina oferece quartos, refeições e uma boa mesa de convivência. Não presta assistência de qualquer tipo, não supervisiona hóspedes e não oferece apoio a medicamentos ou cuidados pessoais. Isso está escrito em toda parte porque famílias merecem saber exatamente com o que podem contar.

Hoje a casa tem três formatos de estadia — fim de semana, mensal e uma visita de experiência de quatro noites — e continua sendo tocada por uma governanta e uma cozinheira. O ritmo é o mesmo de sempre: lento, com refeições no horário e jardim aberto ao entardecer.

Quem toca a casa

A equipe

MF

Marlene Figueiredo

Governanta

Cuida da rotina da casa há doze anos. Conhece cada quarto e cada hóspede pelo nome. É a pessoa certa para uma conversa sem pressa sobre como o mês funciona.

RC

Rosa Campos

Cozinheira

Prepara as três refeições diárias com ingredientes comprados no mercado local. O cardápio muda com a estação, mas o horário da mesa é sempre o mesmo.

JA

João Albuquerque

Manutenção e jardim

Mantém o jardim em ordem e resolve os pequenos reparos da casa. Os hóspedes raramente o veem, mas notam quando ele passou.

Como mantemos a casa

Padrões e práticas da Aurina

Limpeza regular dos quartos

Hóspedes mensais têm limpeza três vezes por semana. A troca de roupa de cama e toalhas segue calendário fixo, sem que o hóspede precise pedir.

Refeições preparadas na casa

Tudo é cozinhado no local, com compras feitas no mercado de Petrópolis. Restrições alimentares informadas no momento da reserva são consideradas dentro do possível.

Privacidade do hóspede

O quarto é espaço privado. A equipe entra apenas nos dias de limpeza, com aviso. Hóspedes mensais têm chave própria e entram e saem por conta.

Comunicação direta e por escrito

O almanaque mensal é impresso e entregue na chegada. Regras de convivência, horários e limites do que a casa oferece estão em papel — não há informação verbal que substitua o documento.

Dados pessoais protegidos

As informações fornecidas no ato da reserva são usadas somente para organizar a estadia e nunca são compartilhadas com terceiros sem consentimento.

Clareza sobre o que não oferecemos

A Aurina não presta assistência médica, não supervisiona hóspedes, não apoia o uso de medicamentos e não oferece cuidados pessoais. Essa limitação é parte do serviço, não uma lacuna.

Hospedagem de longa estadia em Petrópolis para hóspedes independentes

Petrópolis recebe ao longo do ano hóspedes que vêm por semanas ou meses — pessoas que estão reorganizando a vida, aguardando uma obra em casa, passando uma temporada na serra ou simplesmente querendo mudar de ambiente por um período. Para esse perfil, a Aurina é uma opção concreta: quarto com banheiro privativo, três refeições diárias e um ambiente de convivência tranquilo, sem a agitação de um hotel e sem a obrigação de um contrato de locação.

A casa fica em Valparaíso, bairro residencial de Petrópolis a poucos minutos do centro histórico. O endereço está a menos de dois quilômetros da Rua Teresa e do Museu Imperial, o que torna a chegada simples tanto de carro quanto por transporte público a partir da rodoviária.

O que a Aurina não faz é tão importante quanto o que faz. A casa não é uma instituição de saúde, não tem equipe médica e não oferece suporte a nenhuma necessidade de cuidado pessoal. Hóspedes que precisam de assistência de qualquer tipo devem buscar outro serviço. Essa clareza protege tanto o hóspede quanto a casa.

Quer conhecer a casa pessoalmente?

A estadia de experiência de quatro noites está disponível exatamente para isso. Ou, se preferir, ligue e converse com a Marlene antes de qualquer decisão.